Uma novidade vem ganhando espaço nos shoppings e ruas de todo o mundo. Havainas, Puket, Santa Lolla e Chilli Beans já aderiram à nova moda. Para aqueles que diziam que a vitrine era um meio de atrair o consumidor agora precisa pensar em outro argumento que sustente a importância das vitrines.
Das lojas citadas acima, todas utilizam o artifício do jogo de cores. Seria esse o modo por que o consumidor se sente atraído a entrar? Sem dúvida ajuda, mas a inexistência de uma vitrine possui outros aspectos relevantes. Além de estimular o autosserviço essa nova configuração de loja exige um novo tipo de preparo dos vendedores.
O vendedor passa a ser um consultor. Ele não precisa mais utilizar o velho modo persuasivo com o cliente. Esse estilo de loja faz com que o vendedor apenas dê uma consultoria ao cliente que precisar de alguma informação adicional.
Mas afinal, a vitrine atrai o consumidor ou é uma barreira para que ele entre e veja a loja por um todo? Acho que vai depender da loja, dos produtos oferecidos e do público alvo. Mas acredito que a vitrine nunca seja uma barreira.






