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Arquivo da categoria: Curiosidade

Ações Criativas

Adoro quando as empresas buscam CRIAR algo novo. Originalidade com criatividade já!!

Revista em formato de cigarro. Enrolada de modo que pareça um cigarro gigante, as revistas trazem a pergunta: “Tá difícil parar de pensar em cigarro?”. Ao tirar o filtro, o leitor encontra o anúncio do produto que destaca a eficiências das pastilhas no processo de parar de fumar. (Meio&Mensagem)

Ação em academia para promoção dos depiladores Philips. A linha estará exposta em uma maleta personalizada nos vestiários das academias e as consumidoras poderão testar gratuitamente os cinco modelos de depiladores. (Mundo do Marketing)

 
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Publicado por em 29 de maio de 2011 em Curiosidade, Publicidade

 

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Maquete Tipográfica

Para homenagear o Design de Interiores, ilustradores e designer do Flyart fizeram uma “maquete tipográfica”, decorando os tipos como se fossem cômodos de um casa.

 
Fonte: ABC Design

 
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Publicado por em 26 de agosto de 2010 em Curiosidade, Design / Marcas

 

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Farm faz parcerias para manter-se amada

 

Grife carioca de roupas femininas investe em ações com clientes e parcerias com marcas. Veja algumas parcerias feitas pela Farm:

Arcor: disponibilizou doces da marca nas lojas da Farm no ano passado e possibilitou também a criação de uma linha especial referente ao dia de São Cosme e São Damião.

Sucos Do Bem: realizada em 2009, forneceu as bebidas para as clientes.

Cerveja Devassa: disponibilizou geladeiras com os produtos durante o verão e inspirou a coleção “Coisa Nossa”, que tinha a ver com hábitos brasileiros, como o samba e o futebol. Por essa ligação da cerveja com o futebol, a Devassa volta às lojas Farm durante a Copa junto com a coleção desenvolvida especialmente para o evento.

Sonho de Valsa: feita para coleção de inverno desse ano. Resultou no desenvolvimento de uma sapatilha inspirada nos bombons.

Sorvete Itália: prevista para o verão de 2011 e irá fornecer picolés de chocolate africano nas lojas.

Mas não é qualquer um que pode fazer parceria com a Loja Farm. “Só realizamos parcerias com quem tem a ver conosco ou com a nossa coleção. Caso contrário, não aceitamos mesmo que ela seja benéfica financeiramente”, explica o fundador da marca.

 
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Publicado por em 25 de junho de 2010 em Curiosidade, Propaganda, Publicidade

 

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Ótimo vídeo

 

ABC Paper Cup

No caso desse vídeo, imagens valem mais que palavras. Mesmo que esse copos “falem” por si só.
Vejam e curtam a belíssima produção do vídeo!

 
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Publicado por em 5 de junho de 2010 em Curiosidade, Design / Marcas, Publicidade, Vídeos

 

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PipoKopa? O que é isso?

 

A Copa do Mundo de 2010, na África, está mexendo com as emoções de todos. O povo já está eufórico (por mais que seja pra ganhar uma folga no dia dos jogos do Brasil) e as marcas aproveitam cada vez mais as cores verde e amarelo. As havaianas lançaram chinelos novos para essa Copa, marcas de esmaltes criaram a coleção Copa, blusas do Brasil de todos os tipos foram lançadas, assim como chapéus, óculos, bandeiras, enfeites para casa, etc.

Mas a grande inventividade de uma marca é criar um produto novo no seu ramo e ainda dar um nome inspirado na Copa. Foi o caso da Kopenhagen que acaba de lançar uma edição limitada da PipoKopa, uma pipoca de canjica coberta com o chocolate da marca. Alguém um dia poderia imaginar que uma grife de chocolates finos pudesse lançar pipoca?? Pois é. O objetivo é vender 50 mil unidades durante o mês da Copa e o investimento é de cerca de R$ 100 mil. O preço sugerido da PipoKopa é de R$ 19,90. Mais uma novidade para incrementar a venda de snacks durante a Copa do Mundo!

 
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Publicado por em 28 de maio de 2010 em Curiosidade, Propaganda, Publicidade

 

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Como nascem os nomes

(por Marcella Sobral)

Deixa beijar, Sereia, Preguicinha, Arranha-céu, Pink vigarista… Saiba por que as empresas abusam cada vez mais da criatividade ao batizar os esmalte.

Desde que os esmaltes saltaram definitivamente dos salões de beleza para a casa, como um acessório de moda que toda mulher tem aos montes – somente em 2009, a produção creceu 36%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene, Perfumaria e Cosméticos -, não basta emabalar a cor do momento. É preciso fazer dela um objeto de desejo. E é aí que a criatividade e o marketing entram. Atualmente, as principais marcas do mercado têm reuniões seríssimas para decidir que o que a gente antes chamava de vermelho agora se chama Deixa Beijar, que Sereia é o novo verde, e que Preguicinha virou sinônimo de rosa.

A designer Fern Echeverria, de 27 anos, tem uma gaveta cheia de esmaltes e já chegou a parar gente na rua para perguntar que cor era aquela. Muitos deles ganham sua simpatia pelo nome diferente. – Escolho muito esmalte pela internet, apesar de a cor nunca ficar igual. Então acabo sendo influenciada pelo nome também – diz Fern, que se lembra exatamente do último esmalte que usou. – Passei o Brilho da Noite, um preto metalizado.

- Hoje a marca ousa mais nas cores e nos nomes, para agradar desde as consumidoras mais tradicionais até as mais antenadas – analisa Mel Girão, diretora executiva de marketing da Risqué. – Além da cor, o próprio nome do esmalte acaba entrando no circuito da moda.

As empresas de cosméticos aliam tendências de cor e de comportamento, além de novidades que surgem nas passarelas, até chegar a um nome final.

- Alguns surgem com muita rapidez – diz Adriana Garcia, do marketing da Colorama. – O Arranha-céu, por exemplo, veio quase de imediato quando olhamos a cor: um cinza urbano super moderno.

O processo parece simples quando se vê um Rosa Chiclete na prateleira, mas pode durar meses. E nem sempre o nome inicial – geralmente é apresentado mais de um – é o que vai parar no rótulo. Foi assim com o Tech, da Impala.

- Ele iria se chamar Eletric, mas mudamos em cima da hora – lembra Pedro Munhoz, gerente de produto da Impala. – Achamos o nome muito grande. E Tech tinha mais a ver com a cor, laranja fluorescente.

Se o nome foi determinante ou não, ninguém saberá. Fato é que o laranjão é um dos grandes destaques da temporada. As equipes de marketing, afinal, garantem que a cor continua vindo em primeiro lugar, mas assumem que um bom nome ajuda bastante.

- Para a brasileira, a escolha da cor está relacionada ao seu estado de espírito – acredita Adriana. – O nome ajuda a tornar tudo mais lúdico e interessante. É o caso do Batom Vermelho, que representa bem a busca pelo tom vermelho sedutor.

Quanto a isso, não há dúvida. Não é muito melhor falar para a amiga que você acaba de sair da manicure com o Quinta Avenida nas mãos e o Puro Glamour nos pés? Ou então que resolveu ousar com o Pink Vigarista ou com o Apuro Violeta?

 E uma NOVIDADE sobre os esmaltes…

(Meio & Mensagem) A Coca-Cola fechou uma parceria com a Nails Inc. para lançar uma linha de esmaltes. Intitulada “Diet Coke” a coleção possui quatro cores, cada uma representando uma grande capital : nude é a cor de Londres, Paris é violeta, Nova York é pink e vermelho para Milão. Por enquanto, os potinhos de esmaltes são dadas como presentes para aqueles que compram garrafas de Diet Coke na rede de cosméticos Boots na Inglaterra. Não há previsão de vendas no Brasil.

 
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Publicado por em 19 de maio de 2010 em Curiosidade, Design / Marcas, Publicidade

 

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Toy art – Sabe o que é?

Toy art, designer toys, urban vinyl, etc, são vários termos que definem o conceito de “brinquedo de arte”. É um brinquedo feito para não brincar, dirigido para pessoas com idade acima de 14 anos – especialmente adultos – e com o intuito de colecionismo e/ou decoração. O toy art é, em síntese, uma “tela” em 3 dimensões para artistas e designers expressarem sua arte. Toy Art é manifestação contemporânea que se apropria do brinquedo para mesclar design, moda e urbanidade. (Wikipedia)

A Kidrobot lançou uma coleção de Mini MUNNYs super coloridos. O Mini MUNNY é um brinquedo ToyArt “em branco”, como se fosse uma tela em 3D, feita de vinil, e está pronto para ser customizado usando canetas, lápis, tinta, lantejoula ou o que der na telha.

Fonte: http://blogdebrinquedo.com.br/

 
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Publicado por em 16 de maio de 2010 em Curiosidade, Design / Marcas, Engraçado & Divertido

 

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Embalagens muito criativas


PEN DRIVE ADIDAS

O designer Arthur Xin desenvolveu um pen drive em USB para a marca Adidas, em forma de mochila com rodinhas. Infelizmente não é comerciável. É um projeto apenas para seus clientes e amigos.

ORIGAMI NO CHÁ
Criado pela artista Natalia Ponomareva da Rússia, é um projeto incrível com embalagens de sacos de chá produzido sob os princípios do origami. As formas de pássaros se desenvolvem gradualmente enquanto o chá infunde.

Fonte: vidamarciana.org

 
 

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Sucesso ou fracasso?


Alice no País das Maravilhas – Qual será o resultado do filme?

RIO – Este era um dos títulos iniciais de “Alice in wonderland“, de Tim Burton, que estréia aqui na semana que vem: “Almost Alice” (Quase Alice). Porque o filme, a mais nova extravagância em 3D há três semanas no topo das paradas americanas e já com mais de US$ 250 milhões arrecadados (que foi o seu custo estimado, aliás) e o dobro disso no mercado internacional, é uma quase versão do clássico de Lewis Caroll e um quase filme de Tim Burton. Porque o diretor, afeito a filmes fantásticos/fantasiosos (como a refilmagem correta de “A fantástica fábrica de chocolate” e o seu clássico “Edward mãos-de-tesoura”, por exemplo), tentou ser original e, em vez de recontar o conto original, fez uma espécie de continuação, mostrando uma Alice mais velha, 13 anos depois da primeira vez na Wonderland .

O resultado é visualmente deslumbrante (e nada brega, como o visual azul “psy trance” de Avatar), mas é o filme com menos coração e emoção de Burton. Até mesmo o seu ator-assinatura, Johnny Depp (como o Chapeleiro Louco, aliás, ele precisa dar um tempo nestes tipos e interpretar alguém real de vez em quando) está mais ou menos. A própria protagonista, a ótima Mia Wasikowska, também não brilha tanto, contracenando com telas azuis. Quem rouba as atenções, no fim das contas, é Helena Bonham-Carter, como a malvada Rainha Vermelha (aquela do “cortem-lhes a cabeça!”) ou as criaturas criadas por animação computadorizada, como a lagarta, o coelho e o gato.

Um outro problema de “Alice” é que, por motivos comerciais, ele envereda mais pelo filme de ação da metade para o fim, ganhando um jeitão de “Narnia” ou soando como uma versão feminina de filmes do tipo “O senhor dos anéis”. A fantasia ao estilo medieval acaba suplantando o cenário original de Caroll, que beirava a psicodelia e ia mais fundo na imaginação, nos delírios. Em certo ponto, o filme torna-se esquemático e seu roteiro derrapa. Resta ao espectador a maravilhosa experiência visual (que o 3D realça, mas às vezes também atrapalha). Contudo, neste caso, o 3D de “Avatar” tinha mais a ver com a história. Aqui, soa apenas como mais um recurso para confeitar o bolo.

No fim, fica uma certa decepção, já que não havia outro diretor no mundo mais indicado para fazer este filme do que Tim Burton. Mas, parece que ele deixou morrer o garoto sombrio que vivia dentro dele e virou um diretor esquemático. Mesmo em seu pior filme, o remake de “Planeta dos macacos”, havia um certo humor bizarro, que aqui não há. Mas, como diversão na sala escura. “Alice” será um bom programa para os menos exigentes. Sucesso ele já é.

Texto: Agência O Globo

 
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Publicado por em 14 de abril de 2010 em Curiosidade, Propaganda

 

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Lançamentos!!

 

 
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Publicado por em 26 de março de 2010 em Curiosidade, Propaganda

 

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